Você já percebeu aquelas marcas esbranquiçadas ou avermelhadas que surgem na pele sem avisar? As estrias atróficas são exatamente isso: lesões dérmicas que aparecem quando a pele é submetida a uma tensão maior do que consegue suportar. Elas são muito comuns, afetam homens e mulheres de todas as idades e, apesar de não representarem risco à saúde, costumam gerar grande desconforto estético.
A boa notícia é que a dermatologia moderna conta com recursos avançados para minimizar essas marcas de forma segura e eficaz. Neste artigo, você vai entender por que as estrias atróficas surgem, como identificá-las e quais são as abordagens mais indicadas para tratá-las.
Por Que as Estrias Atróficas Surgem?
As estrias atróficas se formam quando as fibras de colágeno e elastina da derme se rompem. Esse rompimento acontece, em geral, por causa de um estiramento rápido da pele — como ocorre durante a gravidez, o crescimento acelerado na adolescência ou o ganho de peso em curto prazo.
Outros fatores também contribuem para o aparecimento dessas marcas. O uso prolongado de corticosteroides, por exemplo, fragiliza a estrutura da pele. Alterações hormonais, predisposição genética e até a prática intensa de musculação podem ser desencadeantes. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, cerca de 70% das adolescentes e 40% dos adolescentes desenvolvem estrias durante a puberdade.
Estrias Vermelhas vs. Estrias Brancas: Qual a Diferença?
Nem toda estria é igual. Na fase inicial, as marcas costumam apresentar coloração avermelhada ou violácea — são as chamadas estrias rubras. Nesse estágio, a região ainda tem vascularização ativa, o que torna o tratamento mais responsivo.
Com o tempo, as marcas perdem a cor e se tornam brancas ou prateadas, configurando as estrias atróficas em sua fase madura. Nessa etapa, o tecido já está mais fibrosado e a abordagem terapêutica precisa ser mais intensa. Se quiser entender melhor as diferenças entre os tipos de marcas, vale conferir o artigo sobre estrias brancas disponível no blog.

Diagnóstico: Como o Dermatologista Avalia as Marcas
Antes de qualquer tratamento, o dermatologista realiza uma avaliação clínica detalhada. Ele observa a localização, a profundidade, a coloração e a extensão das estrias atróficas para definir o protocolo mais adequado.
Em alguns casos, exames complementares podem ser solicitados para investigar causas hormonais subjacentes. Essa etapa é fundamental: tratar a marca sem identificar o fator desencadeante pode comprometer os resultados a longo prazo.
Tratamentos Modernos para Estrias Atróficas
A dermatologia oferece diversas opções terapêuticas, e muitas delas podem ser combinadas para potencializar os resultados.
- Laser fracionado: estimula a remodelação do colágeno e melhora a textura da pele. O laser fracionado é uma das tecnologias mais utilizadas para estrias em fase madura.
- Microagulhamento com ativos: promove microlesões controladas que ativam a produção de colágeno. O microagulhamento com ativos potencializa a absorção de substâncias regeneradoras.
- Radiofrequência para pele: aquece as camadas mais profundas da derme, estimulando a síntese de colágeno e melhorando a firmeza. Saiba mais sobre como a radiofrequência para pele funciona.
- Peeling químico: renova a superfície cutânea e pode melhorar a aparência das marcas mais superficiais. O peeling químico é frequentemente associado a outros procedimentos.
A escolha do protocolo depende do tipo de estria, do fototipo do paciente e dos objetivos individuais. Por isso, a avaliação médica é insubstituível.
Prevenção: É Possível Evitar as Estrias?
A prevenção total nem sempre é possível, especialmente quando há predisposição genética. Porém, algumas medidas reduzem significativamente o risco de novas marcas.
Manter a pele bem hidratada é o primeiro passo. Cremes com ativos como tretinoína, ácido glicólico e centella asiática ajudam a preservar a elasticidade. Controlar o ganho de peso de forma gradual, praticar exercícios regulares e manter uma alimentação rica em vitaminas C e E também contribuem para a saúde estrutural da pele. Saber como estimular a produção de colágeno com hábitos e tratamentos adequados faz toda a diferença nesse processo.
Perguntas Frequentes sobre Estrias Atróficas
As estrias atróficas somem completamente com o tratamento?
Os tratamentos modernos conseguem reduzir significativamente a aparência das marcas, mas a eliminação total é rara. O objetivo é melhorar a textura, a cor e a integração visual com a pele ao redor.
Quantas sessões são necessárias?
Depende do tipo de tratamento e da extensão das estrias. Em média, protocolos com laser ou microagulhamento exigem entre 4 e 8 sessões, com intervalo de 4 semanas entre elas.
Estrias na gravidez têm tratamento diferente?
Durante a gestação, os tratamentos são contraindicados. O cuidado preventivo com hidratação e controle do ganho de peso é a melhor estratégia nesse período. Após o parto, o dermatologista avalia o momento ideal para iniciar o protocolo.

Ciência e Cuidado na Drummond Dermato

Se você convive com estrias atróficas e quer resultados reais com segurança, a Drummond Dermato reúne tecnologia de ponta e equipe médica especializada para criar protocolos personalizados. A clínica atende na Barra da Tijuca e em Ipanema. Acompanhe conteúdos sobre saúde da pele no Instagram e no canal no YouTube — lá você encontra dicas, esclarecimentos e muito mais.