Cicatriz hipertrófica: Como tratar e suavizar marcas com tecnologia avançada



Lidar com uma cicatriz hipertrófica pode ser um desafio para a autoestima, especialmente quando a marca está em áreas visíveis ou resulta de procedimentos cirúrgicos importantes. Embora a cicatrização seja um processo natural de reparo do organismo, às vezes o corpo produz colágeno de forma desorganizada, resultando em uma lesão elevada e avermelhada que não ultrapassa os limites do corte original.


Felizmente, a medicina dermatológica evoluiu drasticamente, oferecendo soluções que vão muito além de cremes paliativos. Hoje, o foco do tratamento de cicatrizes é devolver a textura, a cor e a flexibilidade à pele, utilizando tecnologias de ponta que atuam diretamente na fibrose.


Neste guia, vamos explorar as causas desse tipo de cicatriz, como diferenciá-la de um queloide e por que o laser fotona se tornou o padrão ouro para quem busca resultados seguros e naturais.


O que define uma cicatriz hipertrófica?

A cicatriz hipertrófica surge quando há uma resposta exagerada do organismo durante a fase de proliferação da cicatrização. Diferente de uma cicatriz normal, que tende a ficar fina e clara com o tempo, a hipertrófica apresenta um relevo perceptível ao toque e uma coloração que varia do rosa ao roxo.


Esse fenômeno é comum em áreas de grande tensão de movimento, como articulações, tórax e ombros. De fato, a tensão mecânica sobre a ferida é um dos principais gatilhos para que as células produzam fibras de colágeno em excesso. Além disso, fatores como infecções locais ou suturas inadequadas podem contribuir para o surgimento dessa marca saliente.


É fundamental destacar que, embora visualmente incômoda, a cicatriz hipertrófica tende a apresentar uma melhora espontânea lenta ao longo de meses ou anos, mas raramente desaparece por completo sem intervenção médica especializada em dermatologia clínica.


Qual a diferença entre queloide e cicatriz hipertrófica?

Muitas pessoas confundem esses dois termos, mas o diagnóstico correto é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Enquanto a cicatriz hipertrófica respeita as bordas da ferida original e pode regredir parcialmente com o tempo, o queloide é uma lesão invasiva.


O queloide ultrapassa os limites da incisão, crescendo como um tumor benigno de colágeno, e tem uma forte predisposição genética. Já a cicatriz hipertrófica está mais ligada a fatores locais do trauma. Em ambos os casos, a avaliação precoce por um dermatologista é essencial para evitar que a fibrose se torne permanente e de difícil manejo.


Laser Fotona: A tecnologia de elite para o tratamento de cicatrizes

Quando falamos em alta performance no tratamento da cicatriz hipertrófica, o laser fotona destaca-se como uma das ferramentas mais versáteis e eficazes. Esta tecnologia combina dois comprimentos de onda (Er:YAG e Nd:YAG), permitindo ao médico trabalhar em diferentes profundidades da pele simultaneamente.

O mecanismo de ação do laser fotona na cicatriz hipertrófica baseia-se em:

  • Remodelação do colágeno: O laser remove as camadas superficiais endurecidas e estimula a produção de novas fibras organizadas.

  • Redução da vascularização: Atua nos vasos sanguíneos que alimentam a cicatriz, reduzindo a vermelhidão característica.

  • Suavização do relevo: Promove um “polimento” da pele, tornando a transição entre a cicatriz e o tecido saudável quase imperceptível.

Este procedimento é minimamente invasivo e permite que o paciente retorne às suas atividades rapidamente, sendo uma excelente opção inclusive para o tratamento para cicatrizes de acne ou marcas cirúrgicas.


Outras abordagens eficazes na dermatologia

Embora o laser seja um protagonista, o tratamento da cicatriz hipertrófica muitas vezes exige uma abordagem combinada para garantir a máxima eficácia. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a personalização é a chave para o sucesso clínico.

Entre as opções complementares, podemos destacar:

  • Infiltração de corticoides: Injeções diretamente na lesão para reduzir a inflamação e “murchar” o relevo.

  • Placas de silicone: Auxiliam na hidratação e compressão local, sendo úteis no pós-operatório imediato.

  • Microagulhamento com ativos: Através da técnica de drug delivery, substâncias terapêuticas penetram profundamente na cicatriz hipertrófica.

  • Luz intensa pulsada: Excelente para tratar o componente vascular (vermelhidão) de cicatrizes mais recentes.


Muitas vezes, pacientes que buscam tratar a acne ativa também apresentam cicatrizes residuais, e o plano de tratamento deve contemplar ambas as queixas para uma melhora global da face.




Cuidados essenciais para prevenir a hipertrofia

A prevenção ainda é o melhor caminho. Se você possui tendência a desenvolver cicatriz hipertrófica, alguns cuidados no pós-operatório ou após um trauma são indispensáveis:

  • Evite exposição solar: O sol pode escurecer a cicatriz permanentemente.

  • Não remova crostas: Deixe que a pele se recupere no seu tempo natural.

  • Hidratação constante: Uma pele bem hidratada cicatriza com mais facilidade e menos tensão.

  • Uso de protetor solar: Essencial para manter a integridade do tecido em regeneração.


Acompanhar o processo de cura com um especialista permite identificar os primeiros sinais de uma cicatriz hipertrófica e intervir antes que ela se torne proeminente.

Para saber mais sobre como cuidar da sua pele, confira estes artigos:

Recuperando a confiança com a Drummond Dermato

O tratamento de uma cicatriz hipertrófica exige não apenas tecnologia, mas um olhar médico atento que priorize a segurança e a naturalidade dos resultados. Na Drummond Dermato, unimos décadas de experiência científica com os equipamentos mais modernos do mercado para oferecer um cuidado personalizado em cada etapa da sua jornada. Seja na Barra da Tijuca ou em Ipanema, nossa equipe está pronta para ajudar você a conquistar uma pele mais uniforme e saudável. Acompanhe nossas dicas exclusivas no Instagram e veja vídeos explicativos em nosso Canal do YouTube para entender melhor como a ciência pode transformar sua autoestima.

O que é rosácea: guia completo sobre sintomas e tratamentos eficazes



Muitas pessoas sofrem com uma vermelhidão persistente no rosto, muitas vezes confundida com queimaduras solares ou timidez, sem saber que se trata de uma condição médica crônica. Entender o que é rosácea é o primeiro passo para buscar o controle adequado e devolver o conforto à pele sensível. Essa patologia inflamatória afeta milhões de indivíduos, impactando não apenas a estética, mas também a autoestima e a qualidade de vida de quem convive com o problema.


Diferente de uma irritação passageira, saber o que é rosácea exige um olhar especializado da dermatologia clínica para que o diagnóstico seja preciso e o plano terapêutico, personalizado. Com o avanço da medicina, hoje dispomos de tecnologias de ponta, como o laser fotona, que permitem gerenciar os sintomas de forma segura e muito mais eficaz do que no passado.


Neste artigo, vamos explorar as causas, os diferentes tipos e as soluções mais modernas para quem deseja silenciar a inflamação cutânea e recuperar a uniformidade do tom da pele de forma definitiva.


Entendendo a fundo o que é rosácea

Para definir o que é rosácea, precisamos olhar para além da superfície cutânea. Trata-se de uma doença inflamatória crônica que se manifesta principalmente na região central da face — bochechas, nariz, testa e queixo. Ela é caracterizada por uma reatividade vascular aumentada, o que significa que os vasos sanguíneos se dilatam com facilidade diante de diversos estímulos internos e externos.


Embora sua causa exata ainda seja objeto de estudo, a ciência aponta para uma combinação de fatores genéticos e alterações no sistema imunológico. Além disso, fatores ambientais como exposição solar, calor extremo, consumo de bebidas alcoólicas e alimentos picantes são gatilhos conhecidos para o flushing facial. Por isso, compreender o que é rosácea envolve também o autoconhecimento sobre os próprios gatilhos.


A condição é mais comum em adultos entre 30 e 50 anos, especialmente em mulheres de pele clara. No entanto, os homens, quando afetados, costumem apresentar formas mais graves, como o aumento do volume e deformidade do nariz, condição conhecida como rinofima.



Principais sintomas e sinais de alerta


Muitas vezes, o paciente demora a procurar ajuda por não saber identificar exatamente o que é rosácea. Os sinais variam conforme o estágio da doença e o nível de inflamação, mas os sintomas mais frequentes relatados em consultório incluem:

  • Eritema persistente: Uma vermelhidão que parece não ir embora, lembrando uma queimadura solar constante.

  • Telangiectasias: Pequenos vasos sanguíneos aparentes, como “teias de aranha”, principalmente nas abas do nariz.

  • Pápulas e pústulas: Lesões inflamadas que lembram a acne, o que frequentemente leva ao erro de diagnóstico.

  • Sensibilidade extrema: Sensação de ardor ou pinicação ao aplicar produtos de higiene comuns.

  • Alterações oculares: Em muitos casos, a doença afeta os olhos, causando secura e irritação nas pálpebras.


É fundamental destacar que a automedicação pode agravar severamente o quadro. De fato, o uso inadvertido de cremes com corticoides pode mascarar os sintomas inicialmente, mas costuma causar um efeito rebote desastroso a longo prazo, aumentando a fragilidade capilar.


A diferença crucial entre acne e rosácea


Uma das dúvidas mais comuns no consultório é a confusão entre a acne juvenil ou adulta e a inflamação vascular da face. Embora ambas possam apresentar lesões elevadas e avermelhadas, a base fisiológica é totalmente distinta. Na primeira, há uma obstrução dos poros por sebo e queratina, geralmente acompanhada de cravos.


Já quando analisamos o que é rosácea do tipo papulopustulosa, observamos que não existem cravos (comedões). A inflamação é vascular e neuroimune. Tratar a pele sensível com produtos agressivos destinados à pele oleosa pode causar uma crise de irritação profunda. Por isso, a avaliação de um especialista renomado como o Dr. Murilo Drummond é essencial para diferenciar as patologias e prescrever o protocolo correto.


Além disso, existe uma outra condição que pode se confundir tanto com acne quanto com a rosácea: a proliferação do ácaro Demodex folliculorum. Nesses casos, o quadro inflamatório pode ser semelhante, mas a causa é infecciosa/parasitária, o que exige uma abordagem completamente diferente. O tratamento pode incluir medicações específicas, muitas vezes associando terapias tópicas e medicamentos orais, como antibióticos, sempre com indicação médica. Por isso, o diagnóstico preciso feito por um especialista é fundamental para um tratamento eficaz e seguro.”



Tratamentos modernos: O poder do Laser Fotona

Atualmente, o padrão-ouro para tratar o componente vascular da doença é o uso de tecnologias de luz. O laser fotona destaca-se como uma ferramenta versátil e extremamente precisa. Diferente de lasers mais antigos, ele consegue atingir os vasos dilatados de forma seletiva, fechando-os sem danificar a camada superficial da pele.


De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o controle dos gatilhos aliado a procedimentos em consultório oferece os melhores resultados. O uso do laser fotona atua reduzindo a densidade dos vasos e diminuindo a inflamação crônica. O procedimento é geralmente bem tolerado e permite que o paciente retorne às suas atividades rapidamente, apresentando uma melhora progressiva na textura.


Além do laser, a luz intensa pulsada também é uma excelente aliada. Ela ajuda a tratar o “fundo vermelho” da pele e estimula a reorganização do colágeno, o que fortalece a barreira cutânea e diminui a reatividade aos estímulos externos.



Rotina de cuidados e prevenção de crises

Saber o que é rosácea implica entender que o cuidado deve ser diário e preventivo. A pele com essa condição possui uma barreira de proteção fragilizada, o que facilita a perda de água e a entrada de agentes irritantes. Para manter a pele equilibrada, o paciente deve seguir etapas rigorosas de proteção.

Para complementar seu conhecimento sobre saúde e estética, confira estes tópicos fundamentais:


Além dos cuidados tópicos, é vital monitorar como sua pele reage a banhos quentes, exercícios intensos e exposição direta ao sol. O uso de filtros solares minerais é frequentemente o mais indicado, pois eles criam uma barreira física que não gera calor na pele, evitando o agravamento da dilatação vascular.


Conclusão: O caminho para uma pele equilibrada na Drummond Dermato

Entender o que é rosácea é o passo inicial para transformar a sua relação com o espelho e recuperar o bem-estar. Embora seja uma condição crônica, a medicina atual oferece todos os recursos necessários para que os sintomas sejam controlados com excelência. O diagnóstico precoce evita a progressão da doença e garante que tecnologias avançadas sejam aplicadas com segurança. Na Drummond Dermato, unimos ciência e acolhimento para tratar sua pele em nossas unidades na Barra da Tijuca e em Ipanema, onde você encontra protocolos personalizados para silenciar a sensibilidade facial. Descubra mais dicas de saúde em nosso Instagram e acompanhe explicações detalhadas em nosso Canal do YouTube.

Laser em cicatriz: O guia definitivo para suavizar marcas e recuperar a textura da pele



Cicatrizes são marcas que contam histórias, mas nem sempre queremos que elas sejam visíveis ou causem desconforto estético. Seja por uma cirurgia, um acidente ou marcas de espinhas, a busca pelo laser em cicatriz cresce exponencialmente devido à sua capacidade de reorganizar as fibras de colágeno e devolver a uniformidade à pele. Atualmente, a medicina dermatológica dispõe de tecnologias de ponta que permitem tratar desde marcas avermelhadas até queloides e depressões profundas com segurança e precisão.

O uso do laser em cicatriz representa um marco na tratamento de cicatrizes, pois atua em camadas profundas que cremes e pomadas tópicas dificilmente alcançam. O objetivo principal não é apenas “apagar” a marca, mas sim melhorar sua textura, cor e flexibilidade, tornando-a o mais próxima possível da pele vizinha. Neste artigo, exploraremos como as tecnologias mais modernas do mercado, como o Fotona e o Endymed, estão transformando a vida de pacientes que buscam excelência em resultados.



Como funciona a tecnologia de laser em cicatriz?

A ciência por trás do laser em cicatriz baseia-se no princípio da fototermólise seletiva. O feixe de luz é atraído por alvos específicos na pele, como o pigmento (melanina), os vasos sanguíneos (hemoglobina) ou a água das células. Ao atingir esses alvos, o laser gera um aquecimento controlado que remove o tecido fibrótico antigo e estimula a produção de novas fibras.

Esse processo de estímulo de colágeno é fundamental para que a pele se regenere de forma mais organizada. Existem lasers ablativos, que removem camadas superficiais da pele, e não ablativos, que agem profundamente sem ferir a superfície. A escolha depende do tipo de marca e do tempo de recuperação que o paciente dispõe. Estudos científicos, como os publicados pelo National Center for Biotechnology Information (NCBI), reforçam que a intervenção precoce com laser pode prevenir a formação de cicatrizes patológicas.



Laser Fotona: Versatilidade e precisão para todos os tipos de pele

O laser fotona é considerado um dos equipamentos mais versáteis do mundo. Ele combina dois tipos de lasers poderosos: o Er:YAG e o Nd:YAG. Essa combinação permite que o dermatologista realize desde um resurfacing delicado até um tratamento profundo de tecidos cicatriciais complexos.

Quando aplicamos o laser em cicatriz com o sistema Fotona, conseguimos modular a energia para tratar diferentes aspectos da marca. O Nd:YAG atua nos componentes vasculares (diminuindo o vermelhão) e nas camadas profundas, enquanto o Er:YAG trabalha a superfície, suavizando o relevo. É uma tecnologia excelente tanto para o rejuvenescimento facial quanto para o tratamento de marcas corporais, proporcionando uma recuperação rápida e resultados muito naturais.



Endymed e a Radiofrequência Microagulhada

Além do laser em cicatriz, outra tecnologia que se destaca no cenário dermatológico é o Endymed. Diferente do laser convencional, o Endymed utiliza a radiofrequência de última geração. Em sua modalidade de microagulhamento com ativos, ele cria microcanais na pele enquanto entrega energia térmica nas camadas mais profundas.

Essa técnica é particularmente eficaz para o tratamento para cicatrizes de acne, onde muitas vezes há perda de volume (cicatrizes atróficas). A energia do Endymed estimula intensamente a regeneração tecidual, ajudando a “preencher” as depressões da pele de dentro para fora. A grande vantagem é que o dano na superfície é mínimo, permitindo que o paciente retorne às suas atividades quase imediatamente.


Principais indicações para o uso de laser em cicatriz

O laser em cicatriz não possui uma aplicação única; ele é adaptado conforme a necessidade clínica. Abaixo, listamos os casos mais comuns onde a tecnologia oferece os melhores benefícios:

  • Cicatrizes de Acne: Melhora o relevo e a textura irregular do rosto.

  • Cicatrizes Cirúrgicas: Suaviza a linha da incisão e melhora a coloração (seja ela escura ou avermelhada).

  • Queloides e Cicatrizes Hipertróficas: Ajuda a reduzir a altura e a espessura da marca, além de aliviar o prurido (coceira).

  • Estrias: Embora sejam tecnicamente rompimentos, o laser atua de forma similar para estimular a pele nessas regiões.

  • Marcas de Queimaduras: Melhora a contratura e a mobilidade da pele afetada.

É importante ressaltar que o laser em cicatriz pode ser associado a outros procedimentos, como a luz intensa pulsada para tratar a vermelhidão residual, ou o uso de bioestimulador de colágeno para potencializar a firmeza da região.


O que esperar durante e após o procedimento?


Muitos pacientes hesitam em realizar o laser em cicatriz por medo da dor ou do tempo de recuperação. No entanto, com o uso de cremes anestésicos potentes e sistemas de resfriamento da pele, o desconforto é perfeitamente suportável. Cada sessão dura, em média, de 20 a 40 minutos, dependendo da extensão da área tratada.

Após a aplicação do laser em cicatriz, é normal que a região apresente vermelhidão, leve inchaço e, em alguns casos, pequenas crostas. Esses sinais são indicativos de que a pele está iniciando seu processo de renovação. O uso de protetor solar é obrigatório, pois a pele nova estará sensível. Além disso, o dermatologista poderá prescrever cremes cicatrizantes específicos para acelerar a regeneração.


Checklist: 5 Erros comuns ao tratar cicatrizes

Para garantir que o seu investimento em laser em cicatriz traga o retorno esperado, evite estes erros:

  • Exposição solar sem proteção: O sol pode manchar a cicatriz em tratamento, revertendo os ganhos.

  • Automedicação: Usar pomadas sem orientação médica pode causar alergias ou piorar a inflamação.

  • Interromper o tratamento: Os resultados do laser em cicatriz são progressivos e geralmente exigem de 3 a 5 sessões.

  • Esperar tempo demais: Cicatrizes “jovens” (ainda rosadas) costumam responder mais rápido ao laser do que marcas muito antigas.

  • Não escolher um profissional qualificado: O uso inadequado do laser pode causar queimaduras ou piorar a cicatriz original.

A avaliação médica é o primeiro passo para o sucesso. Durante a consulta, o especialista analisará o fototipo da sua pele e o estágio da marca para desenhar o melhor protocolo de laser em cicatriz.


Excelência e tecnologia na Drummond Dermato

A jornada para suavizar marcas e recuperar a autoconfiança exige tecnologia de ponta e acompanhamento médico rigoroso. Na Drummond Dermato, unimos mais de três décadas de tradição à inovação constante, oferecendo protocolos personalizados que respeitam a individualidade de cada pele. Se você busca os melhores resultados com segurança, nossa equipe está pronta para ajudar nas unidades da Barra da Tijuca e Ipanema. Acompanhe também nossas dicas de saúde e estética no Instagram e em nosso Canal do YouTube.

Preenchimento com ácido hialurônico: Guia completo para resultados naturais


A busca pela manutenção da juventude e pela harmonia das formas faciais tem levado cada vez mais pessoas a procurar o preenchimento com ácido hialurônico. Diferente de procedimentos invasivos do passado, a medicina dermatológica atual prioriza a sofisticação e a segurança, utilizando substâncias que o próprio corpo reconhece. Se você deseja suavizar marcas do tempo ou realçar traços específicos sem perder a sua identidade, este guia foi elaborado para esclarecer todas as suas dúvidas.

Muitas pacientes chegam ao consultório com receio de resultados artificiais ou exagerados. No entanto, quando a técnica é aplicada por mãos experientes, o preenchimento com ácido hialurônico oferece uma volumização estratégica que respeita a anatomia individual. De fato, o objetivo principal não é transformar o rosto, mas sim restaurar o que foi perdido com o processo de envelhecimento natural, proporcionando um aspecto descansado e revigorado.


Neste artigo, vamos explorar como essa tecnologia atua na pele, quais são as principais áreas de aplicação e por que a escolha de uma equipe médica qualificada é o fator determinante para o sucesso do seu tratamento. Acompanhe os detalhes sobre esta solução que une ciência e estética de alto padrão.

O que é e como funciona o preenchimento com ácido hialurônico?

O ácido hialurônico é uma molécula de açúcar presente naturalmente em nosso organismo, sendo responsável por reter água e conferir hidratação, volume e elasticidade à pele. Com o passar dos anos, a produção dessa substância diminui drasticamente, resultando em flacidez, perda de contorno e o surgimento de rugas. O preenchimento com ácido hialurônico consiste na aplicação de uma versão sintética, porém biocompatível, dessa substância nas camadas mais profundas da derme ou sobre o tecido ósseo.

Essa técnica de preenchimento facial é extremamente versátil. Dependendo da densidade do produto escolhido pelo dermatologista, é possível desde hidratar profundamente a pele até projetar estruturas como o queixo e as maçãs do rosto. Como o material é absorvível, o procedimento é considerado muito seguro, permitindo ajustes ao longo do tempo conforme as necessidades da face evoluem. Além disso, o hialurônico estimula indiretamente a síntese de fibras de sustentação, auxiliando no rejuvenescimento facial a longo prazo.

Principais indicações e áreas de aplicação

A versatilidade do preenchimento com ácido hialurônico permite tratar diversas queixas estéticas em uma única sessão ou em um plano de tratamento estruturado. O foco sempre deve ser a harmonização facial equilibrada, evitando o excesso de volume em pontos desnecessários. Abaixo, listamos as indicações mais comuns:

  • Sulco Nasogeniano: Popularmente conhecido como “bigode chinês”, é uma das áreas que mais se beneficia da técnica, devolvendo a sustentação à parte central do rosto.
  • Olheiras profundas: A aplicação preenche a calha lacrimal, suavizando o aspecto de cansaço e as rugas embaixo dos olhos.
  • Lábios: O preenchimento labial pode ser feito tanto para devolver o volume perdido quanto para definir o contorno e corrigir assimetrias.
  • Contorno Mandibular e Mento: Essencial para quem busca uma face mais estruturada e definida, melhorando a transição entre o rosto e o pescoço.
  • Malar (Maçãs do rosto): A volumização desta área promove um efeito de “lifting” imediato, combatendo o derretimento facial provocado pela idade.

Além dessas áreas, o dermatologista pode utilizar o produto para tratar o dorso do nariz (rinomodelação não cirúrgica) e até mesmo as mãos, que frequentemente denunciam o envelhecimento.


A importância da técnica médica para resultados naturais

Alcançar resultados naturais não depende apenas do produto utilizado, mas principalmente do olhar artístico e do conhecimento anatômico do médico. O preenchimento com ácido hialurônico deve ser feito de forma tridimensional. Isso significa que o especialista avalia como o rosto se move ao sorrir ou falar, garantindo que o preenchedor não crie bloqueios de movimento ou volumes estranhos sob a luz.

Na dermatologia moderna, seguimos protocolos rigorosos de segurança. Antes de qualquer aplicação, é realizada uma análise detalhada da face para identificar os pontos de luz e sombra. Em muitos casos, o médico pode sugerir combinar o preenchimento com um bioestimulador de colágeno para melhorar a qualidade da pele antes de focar no volume. Essa abordagem integrada é o que diferencia uma clínica de excelência de centros estéticos genéricos, garantindo que o paciente receba exatamente o que sua estrutura facial demanda.

Diferença entre preenchimento e bioestimuladores

Uma dúvida frequente nos consultórios é a diferença entre o preenchimento com ácido hialurônico e os bioestimuladores. Embora ambos contribuam para o rejuvenescimento, suas funções são distintas. Enquanto o hialurônico entrega volume e correção imediata de sulcos, o bioestimulador foca em como estimular a produção de colágeno de forma gradual, melhorando a firmeza da pele ao longo de meses.

Muitas vezes, o plano ideal envolve a combinação de ambos. Primeiro, estruturamos a face e tratamos a flacidez com tecnologias ou bioestimuladores; em seguida, refinamos os detalhes com o preenchimento com ácido hialurônico. Essa estratégia evita o erro comum de tentar “esticar” a pele apenas com preenchedores, o que pode levar a um aspecto artificial. Segundo as diretrizes da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a personalização é a chave para a segurança do paciente.



Mitos e verdades sobre o procedimento

Com a popularização das redes sociais, muitos mitos surgiram sobre o preenchimento com ácido hialurônico. É fundamental desmistificar alguns pontos para que você tome sua decisão com tranquilidade:

  • “O preenchimento deforma o rosto com o tempo”: Mito. Se o produto for de boa qualidade e a quantidade for adequada, ele é totalmente absorvido. O que causa deformidades é o uso de substâncias permanentes (como o PMMA) ou o excesso de aplicações sem critério.
  • “O procedimento é muito doloroso”: Mito. A maioria dos preenchedores modernos já contém anestésico na fórmula. Além disso, utilizamos cremes anestésicos potentes e técnicas de resfriamento da pele para garantir o máximo conforto.
  • “Os resultados são imediatos”: Verdade. Logo após a sessão, já é possível notar a diferença nos volumes. No entanto, o resultado final aparece após cerca de 15 dias, quando o leve inchaço inicial desaparece e o produto se integra perfeitamente ao tecido.




Cuidados pós-procedimento e durabilidade

Após realizar o seu preenchimento com ácido hialurônico, os cuidados são simples, mas essenciais. Recomendamos evitar atividades físicas intensas nas primeiras 24 horas e não massagear as áreas aplicadas, a menos que haja uma orientação específica do seu médico. O uso de filtro solar é indispensável para evitar manchas caso ocorram pequenos hematomas nos pontos de entrada da agulha ou cânula.

A durabilidade do tratamento varia entre 12 a 18 meses, dependendo do metabolismo individual e da densidade do ácido hialurônico utilizado. Áreas com muita mobilidade, como os lábios, tendem a absorver o produto um pouco mais rápido do que áreas estáticas, como as maçãs do rosto. Manter uma rotina de cuidados em casa ajuda a prolongar os efeitos. Para saber mais sobre como manter a saúde da derme, confira nossos artigos relacionados:


Excelência em Preenchimento na Drummond Dermatologia

A escolha de onde realizar o seu preenchimento com ácido hialurônico é o passo mais importante para garantir sua segurança e satisfação. Na Drummond Dermato, sob a liderança do Dr. Murilo Drummond, unimos mais de três décadas de tradição científica à tecnologia de ponta para oferecer tratamentos personalizados. Seja na nossa clínica Barra da Tijuca ou na clínica Ipanema, você encontrará uma equipe multidisciplinar pronta para realçar sua beleza com total naturalidade. Acompanhe nossas novidades e casos clínicos em nosso Instagram e também através do nosso Canal do YouTube.